
A convivência social exige de nós tolerância. Quem não é capaz de relevar palavras, opniões e atitudes alheias, não consegue estar ao lado de ninguém.
Temos características, temperamentos e preferências que nos distinguem. Ninguém é igual a ninguém, o que significa que nem sempre a nossa opinião prevalecerá. A negociação é uma arte que se aprende a medida que vamos nos socializando.
Gente que quer tudo do seu jeito, que não perde uma boa “briga”, inevitavelmente em algum momento da vida se encontrará sozinho. O mundo já é pesado demais pra insistir em um relacionamento que traz mais desgaste do que retorno.
Todos procuram por boas companhias, gente alegre, alto astral, que ajude a esquecer um pouco as mazelas da vida. Gente que deixa o nosso mundo mais belo. Li estes dias: melhor do que ser conhecido, é ser uma pessoa que vale a pena conhecer. Gostei disso; concordei em número, gênero e grau.
Pense bem: se a todo momento estamos influenciando as pessoas, que tipo de influência você tem produzido? Qual é a primeira coisa que vem a mente, quando lembram de você? Que adjetivos te definem melhor?
Parece clichê, mas realmente a mudança que esperamos ver no outro, deve começar em nós.